Em gravações divulgadas pelo STF, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, afirmou que, se tivesse “ajuda de políticos” em seus empreendimentos e investimentos, “não estaria ali de tornozeleira eletrônica”. A declaração foi dada em depoimento à Polícia Federal, no inquérito que investiga supostas fraudes financeiras por parte de Vorcaro e do Banco Master, e tornou-se pública após o ministro Dias Toffoli levantar o sigilo das gravações.
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Em novembro de 2025 o Banco Master foi liquidado pelo Banco Central por “grave crise de liquidez”; Vorcaro chegou a ser preso preventivamente, medida depois convertida em domiciliar com uso de tornozeleira.
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