O vendedor ambulante Matheus Conceição foi agredido e teve suas mercadorias apreendidas pela Guarda Civil Metropolitana durante a passagem de um bloco na zona leste da capital paulista. Pai de duas crianças e responsável pelo sustento familiar desde a pandemia, ele viu seu investimento ser levado, apesar de possuir licença para atuar na região.
A confusão começou com a fiscalização da prefeitura para coibir vendas irregulares. Matheus tentava proteger seus produtos quando houve confronto com fiscais e guardas, resultando em empurrões e uso de spray de pimenta.
Matheus investiu tudo que tinha para aproveitar a movimentação do Carnaval vendendo frutas na estação Artur Alvim. Sua documentação estava em ordem, incluindo notas fiscais.
A prefeitura alegou que a ação era para evitar irregularidades e que não houve feridos ou detenções significativas. Matheus, contudo, perdeu mais de R$ 2.000 em mercadorias essenciais ao sustento da família.
A subprefeitura anunciou que as mercadorias podem ser retiradas em 30 dias com a documentação apropriada, mas essa medida pode não compensar o impacto imediato sofrido por Matheus, que agora enfrenta dificuldades sobre como sustentar sua família após o incidente.
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