Uma investigação da equipe de jornalismo da RECORD revelou a venda indiscriminada de uniformes e acessórios policiais no centro de São Paulo. Itens como sirenes e camisas com o logo da corporação são vendidos sem comprovação de que o comprador seja um agente de segurança. Essa prática potencializa que criminosos se passem por policiais.
Durante a operação, um produtor conseguiu adquirir uma sirene por R$ 140 sem apresentar identificação funcional. Outro LED, similar aos usados em viaturas oficiais, foi encontrado. Embora a venda não seja ilegal, seu uso inadequado representa um crime.
A facilidade de acesso a estes equipamentos é aproveitada por criminosos que os usam para extorquir vítimas, passando-se por autoridades. Casos recentes incluem invasões domiciliares e extorsões a comerciantes em São Paulo com distintivos falsos e rádios.
Autoridades alertam que esta situação compromete a imagem das corporações policiais e representa um risco à sociedade. A fiscalização sobre tais vendas é essencial para impedir o acesso fácil aos criminosos.
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