A Torre Eiffel vai ganhar uma nova frise para homenagear 72 cientistas mulheres, numa correção simbólica à omissão histórica da lista original (que só lembrava homens) — entre as homenageadas está Georgette Délibrias, cujas pesquisas com carbono-14 ajudaram a datar a presença humana no Brasil.
O repórter do InfoMoney Jonathas Costas explica que esta ação busca enfrentar o chamado efeito Matilda — a subestimação das contribuições femininas na ciência. A seleção, validada por especialistas, abrange física, química, matemática e informática, ciências da Terra, biologia/medicina e engenharia. A instalação, planejada até 2026, respeitará as normas de preservação do patrimônio e pretende tornar o monumento um símbolo mais plural do saber e do progresso.
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