O tenente-coronel da PM de São Paulo, Geraldo Neto, réu por feminicídio da esposa Gisele, foi denunciado diferentes assédios por colegas da polícia militar.
Uma policial denunciou ter sofrido assédio sexual por parte do suspeito. Segundo ela, o caso ocorreu no segundo semestre de 2025, quando ele ainda era casado com Gisele. Em depoimento, a vítima afirmou que Geraldo Neto tentou beijá-la e que, após recusar as investidas, ela foi transferida de batalhão por vingança.
O tenente-coronel também é acusado de assédio moral contra ao menos quatro policiais mulheres em 2022, quando ele comandava outra unidade a PM. Outra policial, do mesmo batalhão processo o Estado de São Paulo por assédio moral de Geraldo Neto e recebeu uma indenização de R$ 5 mil.
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