Moradores de um condomínio na zona sul de São Paulo estão lidando com sérios transtornos após o rompimento de uma tubulação. O incidente deixou áreas comuns cobertas por lama e interrompeu o fornecimento de água há mais de dois dias. As famílias recorrem a baldes para atividades básicas como cozinhar e tomar banho. Além disso, o prédio entregue há dois anos enfrenta infiltrações, rachaduras e mofo.
O problema começou durante a madrugada quando a força da água invadiu corredores e garagens do condomínio Vila Andrade. A situação se agravou com o corte no abastecimento hídrico. Ellen, uma das moradoras que cuida dos filhos integralmente em casa, relata as dificuldades diárias sem água nas torneiras.
Rogério também sente os impactos dessa crise ao ter que carregar baldes pelas escadas devido à deficiência locomotora da esposa. Ele descreve essa rotina como humilhante diante das contas pagas regularmente.
Além da falta d’água persistente nos apartamentos — onde louças sujas se acumulam — existem preocupações maiores: rachaduras visíveis nas estruturas do edifício composto por três torres residenciais entregues recentemente.
O síndico afirma estar cobrando providências junto à construtora responsável pela obra enquanto busca defender os interesses dos moradores afetados pelos problemas contínuos desde então.
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