As obras para reforçar a segurança dos presídios federais seguem em ritmo lento. Dois anos depois da fuga inédita de dois detentos em Mossoró, a maioria das muralhas prometidas ainda está parada ou atrasada.
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As obras para reforçar a segurança dos presídios federais seguem em ritmo lento. Dois anos depois da fuga inédita de dois detentos em Mossoró, a maioria das muralhas prometidas ainda está parada ou atrasada.