O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo o arquivamento do inquérito que investigava a suposta apropriação indevida de joias dadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL, por autoridades da Arábia Saudita. Gonet argumenta que não há definição clara, em lei, sobre o regime jurídico de presentes recebidos por presidentes, o que inviabilizaria acusação de peculato.
As joias, avaliadas em até R$ 6,8 milhões, chegaram ao Brasil sem declaração e foram levadas para tentativa de venda em Nova York. Apesar de indiciamentos da PF por associação criminosa e lavagem de dinheiro, caberá agora ao STF decidir se acolhe o pedido de arquivamento.
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