Mesmo com o salário mínimo tendo um ganho real limitado pela regra do arcabouço fiscal, 2025 terminou melhor do que o previsto, segundo especialistas. O Brasil começa o ano eleitoral com indicadores positivos, e Flávia Oliveira analisou no Edição das 18h o que esperar da economia brasileira em 2026.
“Os anos eleitorais são, no Brasil em particular, anos de incerteza. Agora, há estratégias em andamento que, independentemente do ciclo político, vão ter que avançar, (…) e algumas pesquisas têm mostrado um empresariado mais animado nessa virada de ano do que esteve na virada de ano de 2024 para 2025. (…) Agora, duas variáveis-chave que são muito importantes, além da política, são a taxa de juros e a taxa de câmbio. A sorte está lançada, e começou o ano novo.”
O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores, disparou no ano que passou, encerrou com uma alta de quase 34%, o maior avanço anual desde 2016. O dólar, desvalorizado no mundo inteiro, também teve o maior recuo em quase dez anos no Brasil: a moeda americana caiu 11,18% frente ao real no acumulado de 2025.
A inflação surpreendeu positivamente. Em março, a estimativa do Banco Central era de que inflação terminaria o ano em 5,68%, e terminou em 4,3%. Na economia real, o desemprego teve seguidos recordes de baixa: o país tem atualmente o menor número absoluto de desempregados e o maior de empregados. E a renda também subiu.
A maior crítica dos economistas segue sendo a política fiscal. Com um rombo de R$ 83,8 bilhões nas contas públicas, a meta de 2025 foi cumprida, mas isso porque R$ 44 bilhões não serão contabilizados.
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