IA no serviço público não é só o gov.br. Para Hugo Valadares, diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a tecnologia já está sendo aplicada em várias áreas. No Poder Judiciário, já otimiza processos. Já na Saúde, reduz fraudes no SUS e acelera o pagamento de reembolsos. A lógica é a mesma: integrar sistemas e responder mais rápido. O pulo do gato, e também o diferencial brasileiro, é a extensa e diversa base nacional de dados públicos. “Uma das nossas grandes vantagens perante o mundo é a nossa diversidade de bases públicas. Que país tem DataSUS, Receita Federal, CadÚnico? O mundo inveja a nossa base de dados (…) As bases de dados nacionais são um grande ativo que o país tem e nós estamos trabalhando para que elas sejam adequadamente usadas e eventualmente para treinar modelos [de IA]”, diz o diretor em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. Já quando o assunto é formação de pessoas, outro dos cinco eixos do PBIA (Plano Brasil de IA), há vários caminhos a percorrer. Quando se fala em formação de mão de obra, são as universidades que entram em cena, ainda mais em se tratando de profissionais altamente qualificados. “O Brasil já forma muita gente boa em tecnologia, mas precisa formar muito mais. A estimativa é algo em torno de 40 mil pessoas por ano”, contabiliza Valadares. Outro dos caminhos é a capacitação de profissionais já no mercado, o que passa pelo letramento em IA.
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