A morte de um homem fuzilado a mais de 50 metros de distância por policiais militares na periferia do Guarujá teve a investigação arquivada em menos de um ano, apesar dos indícios de que a vítima estava desarmada, depoimentos contraditórios e mudanças nas versões dos PMs envolvidos.
O caso, que aconteceu há exatos 2 anos, durante a Operação Verão de 2024, a mais letal de São Paulo desde o massacre do Carandiru, teve o mesmo desfecho que 85% dos homicídios cometidos por PMs na Baixada Santista no período. Em um levantamento inédito, o Metrópoles analisou processos judiciais referentes a 42 das 44 ocorrências e concluiu que pelo menos 36 casos foram arquivados, com o tempo médio de arquivamento sendo 10 meses e cinco dias.
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