O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) acusa o ex-prefeito Marcelo Crivella e outras dez pessoas de improbidade administrativa, no caso que ficou conhecido como “QG da propina”.
A ação apresentada à Justiça afirma que o grupo recebeu R$ 32 milhões de propina. Segundo o inquérito, o esquema de corrupção envolvia fraudes em licitações da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro.
Em nota, Crivella chamou a acusação de narrativa e negou qualquer fraude na contratação investigada. Ele alegou que o grupo Assim Saúde presta serviços ao município há 17 anos, inclusive na atual gestão, e que a contratação foi conduzida pelo Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro (Previ-Rio) com aval da Controladoria-Geral, da Procuradoria-Geral do município e do Tribunal de Contas.
O grupo Assim Saúde informou que não vai se pronunciar sobre a ação de improbidade, e a defesa do empresário Rafael Alves ainda não se manifestou. A GloboNews não conseguiu contato com o ex-presidente do Previ-Rio, Bruno de Oliveira Louro.
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