Um colaborador que trabalha como manobrista em uma academia na zona leste de São Paulo, mas que aplicou produtos químicos de forma inapropriada na piscina do local e os donos do estabelecimento podem responder criminalmente pela morte da professora Juliana Basseto. O delegado Alexandre Bento esclareceu que Juliana se intoxicou com gases liberados no ambiente fechado da piscina, não pela água.
O incidente envolveu um manobrista que, atuando como piscineiro, manipulou produtos químicos antes do horário previsto. Câmeras de segurança registraram a prática. Os materiais estão em análise para identificação de origem e composição.
A polícia investiga as circunstâncias, incluindo relatos de reações alérgicas anteriores em clientes. A responsabilidade pode recair sobre o funcionário e os proprietários, por falta de supervisão e contratação inadequada.
Os donos dificultaram a investigação ao fechar a academia sem comunicar autoridades, exigindo intervenção dos bombeiros para acesso seguro. A comunidade mostra revolta com a administração, resultando em ações violentas contra outras unidades da rede.
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