A viagem de Lula à Índia reacende o debate sobre o uso da agenda internacional em ano eleitoral.
A estratégia envolve reforçar o protagonismo do Brasil nos BRICS e consolidar a imagem de líder global, em contraste com o bolsonarismo, visto como mais isolacionista na política externa.
Mas qual é o impacto eleitoral dessas viagens? Elas fortalecem a imagem de estadista ou afastam o presidente do eleitor brasileiro?
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