O presidente Lula sancionou uma lei que proíbe o uso de linguagem neutra em órgãos públicos. A medida faz parte da Política Nacional de Linguagem Simples.
Segundo o governo, o objetivo é fazer com que os cidadãos consigam “encontrar, entender e usar as informações públicas” com mais facilidade. A lei foi publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira (17).
Para Andréia Sadi, é um gesto do presidente para fazer frente a políticos conservadores de direita, que usam muito desses temas para desgastar o governo. “É o presidente dizendo: nós também não concordamos com isso”.
Muito criticada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, a linguagem neutra foi usada em cerimônias de posses de ministros de Lula.
A linguagem neutra é uma variação da norma gramatical usada por grupos de pessoas que não se identificam com nenhum gênero ou são não binárias (que não se identificam só com o gênero masculino nem só com o feminino).
Ela consiste no uso da letra “e” em substantivos, em vez de “a” ou “o”, e dos pronomes “elu”, “delu”, “ile” e “dile”.
Conforme o texto, a lei também tem o objetivo de reduzir os custos administrativos e o tempo gasto com atividades de atendimento, promover a transparência e facilitar a participação popular.
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