https://www.youtube.com/watch?v=FuErn-Igmdo
Hoje, chamar alguém de cínico costuma soar como ofensa: alguém frio, falso, descrente, que observa o mundo pegar fogo sem se implicar. Mas nem sempre foi assim.
No Linhas Cruzadas, Andresa Boni e Luiz Felipe Pondé voltam à origem do cinismo para mostrar como essa palavra mudou ao longo do tempo. De Diógenes de Sinope, que ironizava o poder vivendo à margem das convenções, ao cinismo moderno descrito por Peter Sloterdijk que define o cinismo como uma lucidez impotente: sabe que o sistema é falho, mas segue vivendo como se nada pudesse ser feito.
O episódio também resgata o parentesco entre Sócrates e os cínicos, especialmente no uso da ironia como método de desestabilização das certezas.
Entre filosofia, psicanálise, política e cultura contemporânea, o Linhas Cruzadas pergunta: o que se perde quando o cinismo se transforma em mera desconfiança? E será que ainda há espaço, hoje, para um cinismo que não destrói por prazer, mas revela verdades incômodas?
Venha desvendar o poder do cinismo. Assista ao Linhas Cruzadas nesta quinta-feira, a partir das 22h30, na TV Cultura.
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