A promessa: a contratação de uma tecnologia pioneira que detectaria “espécies” e até o “estado fitossanitário” de centenas de milhares de exemplares botânicos, ou seja, a saúde das árvores. O investimento: aproximadamente 19 milhões de reais.
Conforme apurado pelo Metrópoles, no entanto, a “propaganda” foi equivocada, já que o método escolhido pela prefeitura não cumpre sozinho a análise aprofundada apresentada. Embora o sistema se proponha a catalogar as espécies, especialistas afirmam que é impossível identificar corretamente todos os indivíduos botânicos apenas por fotos.
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