Pais e mães podem até não saber, mas crianças já são usuárias entusiasmadas da inteligência artificial generativa. O uso não é um problema, pois o desafio mesmo é em que condições esse contato ocorre, afirma Isabella Henriques, diretora executiva do Instituto Alana, em entrevista a Deu Tilt, podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. As pesquisas até mostram como os mais novos interagem com a IA, que vai das tarefas escolares a relacionamentos íntimos com as máquinas. Sem formação digital ou mediação por parte de responsáveis ou de professores, esse contato pode estar sujeito a manipulação emocional. “A proposta não é afastar crianças da tecnologia, mas garantir que elas possam usufruir da internet e da IA de forma saudável”, afirma Isabella.
Isso exige responsabilidade compartilhada entre empresas, poder público e sociedade. A ideia é recuperar para a IA o sonho coletivo que marcou a criação da internet: um espaço seguro, criativo e positivo para crianças. É nesse ponto que o debate vira prática. Isabella cita o hackathon promovido por Alana e Universidade de São Paulo, focado em criar soluções para educação de pessoas com deficiência. Os resultados mostram que quando a sociedade participa do debate tecnológico, a inovação deixa de ser exclusividade das empresas e passando a responder a necessidades reais.
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