Em 2016, Paulo Henrique trabalhava como manobrista em uma casa noturna de São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, quando foi baleado por um policial civil que o confundiu com um assaltante. O incidente deixou Paulo paraplégico aos 21 anos. Desde então, ele vive em uma cadeira de rodas e depende de um salário mínimo para sobreviver enquanto espera uma indenização estimada em R$ 200 mil.
O policial estava saindo da casa noturna com amigos quando atirou contra Paulo sem motivo justificado. Apesar da condenação do oficial a 11 meses de prisão por lesão corporal culposa em regime aberto na esfera criminal, não houve pagamento de reparação financeira ao ex-manobrista.
A vida de Paulo mudou drasticamente após o incidente. Ele passou mais de um mês hospitalizado e enfrentou quatro cirurgias devido às lesões graves no estômago e fígado causadas pelos tiros. Sua família investiu cerca de R$ 40 mil para adaptar sua residência às novas necessidades físicas dele.
Paulo entrou com ação civil contra o Estado em 2019 buscando compensação pelos danos sofridos. Contudo, a causa foi extinta três anos depois devido à inatividade processual atribuída ao advogado anterior que deixou o caso sem acompanhamento adequado.
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