O PBIA (Plano Brasil de Inteligência Artificial) foi pensado para durar cinco anos, período menor a iniciativas similares de outros países. A China, por exemplo, elaborou ação para tecnologia com prazo superior a dez anos. Isso levanta a pergunta incômoda: por que o Brasil pensa sempre tão no curto prazo? Segundo Hugo Valadares, diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a ideia inicial foi conduzir ações dentro de um período em que existiam recursos garantidos para investimento. Se no próximo ciclo houver um governo que valorize o tema, a tendência é que a IA continue sendo prioridade, diz em entrevista ao Deu Tilt, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas. Para Valadares, a consistência do PBIA já representa uma vitória. “Há quem defenda que o Brasil apenas importe tecnologia”, diz diretor. Ele reforça que a inovação não acontece da noite para o dia: depende de ecossistema, tempo e investimentos que nem sempre dão retorno imediato.
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