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Desde o 1º momento, o porteiro disse que não viu as agressões, diz procuradora sobre caso do Orelha

Desde o 1º momento, o porteiro disse que não viu as agressões, diz procuradora sobre caso do Orelha

O Ministério Público de Santa Catarina investiga a morte do cão Orelha, que apresentou sinais de agressão.

Segundo a procuradora Vanessa Cavallazzi, o caso corre por meio de dois inquéritos: um sobre atos cometidos por adolescentes e outro sobre possível coação praticada por adultos em relação ao porteiro de um prédio da Praia Brava.

Sobre o depoimento do porteiro, a procuradora explicou que “desde o primeiro momento, este porteiro disse que não havia filmado as agressões, que havia tirado uma foto de dois adolescentes que estavam incomodando no bairro, praticando atos contra o condomínio. E, quando perguntado especificamente sobre se viu as agressões, ele respondeu desde o início que não”.

Ela acrescentou que, para avançar na investigação, é necessário analisar “muitas horas de imagens das câmeras do bairro e o conteúdo dos celulares dos adolescentes, que precisam ser examinados com bastante critério”.

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Renan Yan Editor Chefe
Observador atento do que move o mundo, Renan Yan acompanha de perto os principais fatos do Brasil e do mundo. Com olhar crítico e interesse por política, notícias policiais, economia, esportes e tecnologia, busca sempre estar por dentro dos acontecimentos que realmente importam. Informar, refletir e debater são parte do seu dia a dia.

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