O Ministério Público de Santa Catarina investiga a morte do cão Orelha, que apresentou sinais de agressão.
Segundo a procuradora Vanessa Cavallazzi, o caso corre por meio de dois inquéritos: um sobre atos cometidos por adolescentes e outro sobre possível coação praticada por adultos em relação ao porteiro de um prédio da Praia Brava.
Sobre o depoimento do porteiro, a procuradora explicou que “desde o primeiro momento, este porteiro disse que não havia filmado as agressões, que havia tirado uma foto de dois adolescentes que estavam incomodando no bairro, praticando atos contra o condomínio. E, quando perguntado especificamente sobre se viu as agressões, ele respondeu desde o início que não”.
Ela acrescentou que, para avançar na investigação, é necessário analisar “muitas horas de imagens das câmeras do bairro e o conteúdo dos celulares dos adolescentes, que precisam ser examinados com bastante critério”.
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