No Estúdio i, Andreia Sadi trouxe bastidores da política e do Judiciário envolvendo a megaoperação Carbono Oculto, deflagrada em agosto, em oito estados, que mirou um esquema bilionário do PCC no setor de combustíveis, com sonegação de mais de R$ 7,6 bilhões em impostos.
Segundo a apuração, Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, e Mohamad Hussein Mourad, conhecido como Primo, ambos foragidos, apresentaram material que aponta o pagamento de cerca de R$ 400 milhões em propina a políticos e autoridades.
A delação premiada deles está parada na Procuradoria-Geral da República, enquanto o acordo avança no Ministério Público de São Paulo.
Andreia Sadi detalhou o caso: “O processo está na PGR desde outubro do ano passado. E o material que foi apresentado às autoridades inclui documentos, mensagens de celular, gravações e comprovantes de pagamento que confirmariam uma propina de mais de R$ 400 milhões a autoridades e políticos entre 2022 e 2024. (…) Os pagamentos seriam para evitar a cassação de licenças do grupo empresarial, obter vantagens tributárias e ter acesso privilegiado à Agência Nacional do Petróleo”.
O material entregue à PGR também aponta informações sobre o vazamento da operação.
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