A defesa do adolescente apontado como agressor do cão Orelha usou um vídeo para contestar a versão da Polícia Civil de Santa Catarina. O vídeo da defesa mostra o cãozinho andando por uma rua, no dia 4 de fevereiro, por volta das 7 horas da manhã. O horário aproximado em que a polícia acredita que a agressão ocorreu foi às 05h30.
À NSC, afiliada Globo em Santa Catarina, o advogado Alexandre Kale, que defende o adolescente, disse que o vídeo evidencia a “fragilidade dos indícios”.
Já a delegada Mardjoli Valcareggi confirmou que o vídeo é verdadeiro, mas rebateu que a Polícia Civil nunca afirmou que o cão morreu logo após as agressões.
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