Brian, um menino de quatro anos, morreu afogado na piscina de um centro esportivo em São Paulo. A criança estava sob a tutela de um abrigo enquanto seus pais enfrentavam situação de rua. O episódio ocorreu durante uma visita ao clube organizada pelos monitores do abrigo.
Brian morava há um ano na casa de acolhimento na zona norte da cidade. Seus pais esperavam se reunir com ele entre fevereiro e abril deste ano, conforme decisão judicial.
Os pais não foram informados sobre a excursão até receberem a notícia da morte da criança por telefone. Eles acusam descaso dos cuidadores e questionam a segurança durante o passeio. Os pais disseram que, “Se alguém tivesse olhando como deveriam ter sido feito, a criança não teria morrido.”
A polícia classificou o caso como homicídio culposo. Testemunhas indicaram que os monitores estavam distraídos resolvendo conflitos entre adolescentes quando Brian se afogou. Os pais exigem acesso às imagens das câmeras para elucidar as circunstâncias do acidente.
O sargento responsável pela investigação buscou contato com representantes do abrigo para mais informações. Enquanto isso, os familiares buscam respostas sobre a morte do filho e cobram explicações formais dos responsáveis pela supervisão das atividades.
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