O corpo do cachorro Orelha será exumado a pedido do Ministério Público para uma nova perícia técnica. A decisão surge após o órgão identificar inconsistências no boletim de ocorrência e nas investigações conduzidas pela polícia. Além disso, há suspeitas de coação às testemunhas envolvidas no caso.
A promotoria busca esclarecer se houve intimidação das testemunhas que relataram ameaças durante as investigações policiais. Para isso, novos depoimentos serão colhidos. A polícia ainda não divulgou detalhes sobre as diligências futuras para garantir a integridade dos procedimentos investigativos.
Entre as ações solicitadas pelo Ministério Público estão a inclusão de vídeos relacionados a outros atos infracionais na região da Praia Brava e registros envolvendo os cães comunitários locais. Um prazo de 20 dias foi estabelecido para o cumprimento dessas diligências.
Enquanto isso, manifestações públicas têm ocorrido em Florianópolis com cidadãos exigindo justiça e respostas claras sobre o andamento das investigações. Recentemente, milhares se reuniram em frente à delegacia geral da Polícia Civil e seguiram até onde os cães comunitários costumavam ficar na Praia Brava.
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