Até poucos dias atrás, as imagens de drones interceptados no céu, destroços caindo na rua e prédios pegando fogo estavam fora do radar de quem vive e visita algumas das cidades mais prósperas do Golfo Pérsico, como Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e Doha, no Catar.

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Mas tudo isso passou a ser realidade desde o sábado (28/2), quando os EUA e Israel realizaram ataques contra o Irã, matando o líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei.

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Os iranianos revidaram, atingindo não só o território israelense e militares americanos, mas também alvos nos Emirados Árabes, no Catar, no Bahrein, no Kuwait, em Omã, no Iraque e na Jordânia.

Segundo o Irã, esses países se tornaram alvo dos ataques porque possuem bases ou presença militar americana, mas os ataques têm ido bem além desses alvos.

Mas por que esses países permitem a presença americana? E o que Irã quer ao atacar países vizinhos e com quem até mantêm boas relações?

Neste vídeo, o repórter Vitor Tavares fala das consequências dessa ampliação do conflito para toda a região do Golfo Pérsico, até então símbolo de desenvolvimento e estabilidade.

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Renan Yan Editor Chefe
Observador atento do que move o mundo, Renan Yan acompanha de perto os principais fatos do Brasil e do mundo. Com olhar crítico e interesse por política, notícias policiais, economia, esportes e tecnologia, busca sempre estar por dentro dos acontecimentos que realmente importam. Informar, refletir e debater são parte do seu dia a dia.
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