O método que foi desenvolvido pelo químico-físico William Libby nos anos 40.
Contando quantos átomos de carbono-14 existem em qualquer objeto com carbono, podemos calcular a idade do objeto — ou há quanto tempo ele morreu. Portanto, precisamos saber apenas duas coisas: a meia-vida do carbono-14 e quantos átomos de carbono-14 o objeto tinha antes de morrer.
O fato do carbono-14 ter uma meia-vida de 5.730 anos ajuda os arqueólogos a datar artefatos. Datações derivadas de amostras de carbono podem ser remontadas a cerca de 50.000 anos.
A repórter Camilla Veras Mota explica melhor no vídeo. Confira!
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