O presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), José Hiran da Silva, informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que cumpriu a decisão que determinou a suspensão da sindicância sobre a atuação médica no atendimento ao ex-presidente Jair Bolsonaro enquanto ele estava custodiado pela Polícia Federal.

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Segundo o CFM, mais de 40 denúncias haviam sido protocoladas até a interrupção do procedimento. Moraes declarou a sindicância nula, afirmando que o conselho não tem competência para investigar a atuação da Polícia Federal e que houve desvio de finalidade. O ministro também determinou que a PF ouça o presidente do CFM em até dez dias.

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Renan Yan Editor Chefe
Observador atento do que move o mundo, Renan Yan acompanha de perto os principais fatos do Brasil e do mundo. Com olhar crítico e interesse por política, notícias policiais, economia, esportes e tecnologia, busca sempre estar por dentro dos acontecimentos que realmente importam. Informar, refletir e debater são parte do seu dia a dia.
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