A investigação sobre a morte da soldado da Polícia Militar Gisele Alves, encontrada em seu apartamento na região central de São Paulo, está sob investigação. Laudos recentes indicam que o tiro fatal foi disparado de baixo para cima e encontraram-se hematomas em seu pescoço, levantando suspeitas de feminicídio, conforme afirma a família.
O repórter Bernardo Armani revelou com exclusividade no programa Cidade Alerta que os laudos periciais, obtidos após exumação, são analisados pela polícia e peritos para determinar a causa da morte. O advogado da família destaca que essas evidências enfraquecem a hipótese de suicídio.
Desde o início, a possibilidade de suicídio foi questionada por familiares dada a ausência de motivos aparentes. Um socorrista estranhou a posição da arma, uma pistola ponto 40, que estava firmemente segura pela vítima, além do sangue coagulado próximo ao ferimento.
Testemunhas apontaram inconsistências no depoimento do marido, o tenente coronel Geraldo Neto, que alegou estar no banho durante o disparo. Imagens de segurança mostram três policiais militares acessando o apartamento após a morte para realizar uma limpeza, suscitando dúvidas sobre a manipulação da cena do crime.
A polícia aguarda os resultados completos dos exames forenses. Esses dados podem apoiar decisões legais, como a prisão preventiva de envolvidos, enquanto a investigação busca esclarecer totalmente o caso.
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