O inquérito envolvendo o coronel Neto foi protocolado pelo delegado responsável pelo caso Gisele. Embora o conteúdo do documento esteja em sigilo absoluto devido a uma decisão judicial de duplo sigilo, sabe-se que apenas o Ministério Público, o delegado e o Poder Judiciário têm acesso ao material.
O advogado da família de Gisele relatou que não conseguiu acessar os documentos devido à restrição imposta pela Justiça. O próximo passo cabe ao Ministério Público, que terá até dez dias para decidir se apresentará uma denúncia formal baseada nas conclusões do relatório final entregue pelo delegado.
A soldado Gisele Santana morreu com um tiro na cabeça dentro do apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Neto, em 18 de fevereiro, no centro de São Paulo. Neto estava em casa com Gisele no momento do disparo fatal. Ele alega se tratar de suicídio, mas a polícia considera também a possibilidade de um feminicídio.
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