A morte da soldado Gisele em seu apartamento no Brás, em São Paulo, inicialmente registrada como suicídio, está sob análise como morte suspeita. A RECORD obteve detalhes exclusivos que alimentam questionamentos quanto às circunstâncias do caso.
O tenente coronel Geraldo Neto fez ligações após encontrar a esposa baleada, inicialmente para um desembargador antes de contatar a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, cerca de meia hora após um disparo ser ouvido por uma vizinha.
Geraldo afirmou ter encontrado Gisele ferida na cabeça após pedir o divórcio. Exames residográficos não identificaram pólvora nas mãos de nenhum dos dois, e imagens de câmeras do prédio revelaram movimentações suspeitas no dia anterior ao incidente.
A família de Gisele não aceita a tese de suicídio, citando o relacionamento conturbado do casal e o apego da soldado à filha. Testemunhas também notaram incoerências na cena, que não se alinhava a casos típicos de suicídio.
Quase 20 dias depois, o corpo foi exumado para novos exames no Instituto Médico Legal. Resultados preliminares sinalizam discrepâncias na versão apresentada pelo tenente coronel e sugerem possíveis alterações na cena antes da chegada do socorro.
As autoridades aguardam um laudo que poderá confirmar se houve feminicídio, em meio a uma complexa investigação envolvendo membros da Polícia Militar de São Paulo.
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