ENTREVISTA EXCLUSIVA – Questionado por Andréia Sadi sobre a possibilidade de a CPI recuperar documentos relacionados ao caso do Banco Master, após Dias Toffoli encaminhá-los a Davi Alcolumbre, Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS, afirmou que a decisão do ministro surpreendeu a todos.
“Nunca houve em nenhuma história de CPMI a retirada de documento da comissão e entregue a um terceiro, que nesse caso é o presidente do Senado, que não tem nada com a investigação que está sendo feita. Eu conversei muito com o ministro Toffoli sobre o desejo de que esses documentos voltem o mais rapidamente possível à comissão. Ele disse que a Polícia Federal está fazendo toda a compilação dos documentos da operação, e assim que os documentos estiverem liberados pela PF serão entregues novamente à comissão para que a gente possa incluí-los no relatório que vamos entregar em março”, disse o senador.
Entre os documentos está a quebra de sigilo telefônico de Daniel Vorcaro. Segundo Viana, a investigação busca compreender a origem e a regularidade dos contratos consignados do Banco Master com a Previdência:
“Precisamos saber como todo esse processo se deu, se houve influência política, se de fato todas as regras foram cumpridas e o que foi feito para garantir os direitos daqueles que foram lesados eventualmente, que reclamaram de não terem autorizado os empréstimos.”
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