A polícia desmantelou um esquema de lavagem de dinheiro que utilizava a compra e venda ilegal de vale-refeição em São Paulo. A Operação Bazar revelou a participação de policiais civis, incluindo um delegado, nas atividades corruptas. Foram cumpridos 11 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão.
Investigações mostraram que os criminosos usaram o dinheiro da propina para comprar cartões de vale alimentação e refeição. Depois, passavam esses cartões em mercadinhos e padarias de fachada. O dinheiro entrava como venda legal e saia limpo na conta das empresas. Apesar de ilegal, a produção do Balanço Geral flagrou esse mercado funcionando livremente em diversas regiões de São Paulo.
O Ministério Público e a Polícia Federal denunciaram que delegacias foram transformadas em centros de negócios ilegais, com subornos sendo pagos para destruir provas e interromper investigações.
A venda de vale-refeição pode ser considerada crime de estelionato e falsidade ideológica. Além disso, o trabalhador que vende corre o risco de ser demitido por justa causa.
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