Apesar da escalada de tensões no Oriente Médio, especialistas apontam que um envolvimento militar direto do Brasil é considerado remoto.
Isso tem relação com a tradição da política externa brasileira, baseada em neutralidade e solução diplomática de conflitos. Como explica a professora de Relações Internacionais Priscila Caneparo (@pricaneparo), o país historicamente evita se alinhar militarmente e prioriza o diálogo como caminho para resolver crises internacionais.
Enquanto isso, o papel das Forças Armadas brasileiras permanece preventivo e humanitário. A Força Aérea Brasileira mantém aeronaves em prontidão principalmente para repatriar brasileiros em áreas de risco, caso seja necessário.
Mas existe uma frente dessa crise que já chega ao Brasil: a econômica.
O Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial, é um dos pontos mais sensíveis da atual tensão. Qualquer instabilidade na região pode elevar o preço da energia globalmente, com impacto direto em combustíveis, transporte e inflação no Brasil.
📸 @babifava
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