Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como “Barbie do Crime”, foi detida após cinco anos foragida. Ela é acusada de vender produtos importados falsos nas redes sociais sem entregá-los aos compradores. Os golpes lesaram cerca de 100 pessoas em Goiás, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
Seu histórico criminal inclui uso de documentos falsos, que configura falsidade ideológica, além de estelionato, confessado pela primeira vez em 2015. Apesar de prometer reparar danos, Bruna continuou suas atividades ilícitas enquanto esbanjava seu enriquecimento.
O envolvimento de mulheres no crime não se limita à “Barbie do Crime”. No Piauí, uma operação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC) resultou na prisão de 28 mulheres ligadas a essa facção. Elas estavam envolvidas em organização criminosa e tráfico, revelando estruturas lideradas por figuras femininas.
Casos semelhantes incluem Eduarda Marques, a “Barbie do pó”, presa com drogas em São José do Rio Preto (SP), e Lorraine Bauer, a “Gatinha da Cracolândia”, condenada por tráfico em São Paulo. Especialistas ressaltam que esses casos ilustram o uso do efeito halo, que associa beleza à confiabilidade, em esquemas criminosos.
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