Um laudo pericial trouxe novas evidências no caso do assassinato de Bruna Meirelles, morta aos 32 anos. Ela foi encontrada sem vida no carro do namorado, o policial militar Wladson Luan , em 12 de março de 2025. Mensagens recuperadas do celular dele revelam um padrão de comportamento abusivo e agressivo.
As conversas entre Bruna e Wladson estavam arquivadas e excluídas no aparelho do acusado. A perícia conseguiu recuperar essas mensagens que datam principalmente de 5 de março daquele ano. Os diálogos mostram xingamentos e intimidações por parte do PM à vítima.
No dia da morte, as investigações indicaram que Wladson estava bloqueado nas redes sociais por Bruna. Ele tentou contatá-la diversas vezes sem sucesso antes do crime. Após o disparo acidental com sua arma ser admitido pelo próprio acusado durante uma audiência em dezembro passado, a defesa da família busca acelerar o julgamento para este semestre.
A expectativa é que esse processo sirva como exemplo na luta contra a violência doméstica e feminicídios no país. Enquanto isso, Wladson permanece preso aguardando os próximos passos judiciais após ter sido detido em flagrante logo após levar Bruna ao pronto socorro já sem vida.
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