A história trágica de Letícia Foster Rodrigues, 37 anos, revela as falhas no sistema de proteção contra a violência doméstica. Após um relacionamento conturbado marcado por agressões do companheiro e tentativas frustradas de separação devido ao filho em comum, Letícia denunciou o parceiro por agressão. Apesar da medida protetiva obtida pela vítima ter sido descumprida três vezes pelo suspeito, ele continuou ameaçando-a até que ela desapareceu.
O corpo de Letícia foi encontrado em uma área isolada em Canguçu (RS) com sinais claros de violência. O principal suspeito é seu ex-companheiro com quem manteve um relacionamento por sete anos. Inicialmente negando envolvimento no crime durante depoimentos à polícia, ele acabou confessando a amigos que era responsável pela morte dela.
Familiares e amigos realizaram uma caminhada silenciosa vestindo branco e carregando cartazes pedindo justiça para honrar a memória da vítima. A tragédia reacendeu discussões sobre a necessidade urgente não apenas da conscientização das mulheres sobre seus direitos mas também dos homens quanto às suas responsabilidades sociais e legais.
Este caso evidencia como antigas normas culturais ainda influenciam comportamentos violentos atuais entre gerações mais jovens no Brasil e ressalta a urgência na mudança dessas mentalidades para prevenir futuras tragédias semelhantes envolvendo vítimas inocentes como Leticia.
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