O papel das rainhas de bateria mudou: deixou de ser apenas um símbolo estético para se afirmar como espaço de liberdade, identidade e pertencimento.
A presença feminina à frente das baterias hoje é entendida como manifestação cultural, artística e política, sem abrir mão da essência do carnaval.
Bianca Monteiro, da Portela, resume essa virada ao afirmar que o posto virou um manifesto: “Eu sou livre com o meu corpo. Eu posso estar onde eu quero e do jeito que eu quero.”
Evelyn Bastos, da Mangueira, reforça que a mudança passa pela percepção: “Eu estou usando o meu corpo para falar da minha arte, da minha cultura.”
Para Sabrina Sato, da Vila Isabel, a liberdade sempre esteve ali, mas hoje é assumida com mais força: “A nossa ousadia em ser e estar ali é o que faz a gente ser livre.”
Já Viviane Araújo, do Salgueiro, destaca o avanço na relação com a escola: “Hoje a gente procura uma identificação maior com aquilo que você tá representando.”
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