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A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovou, nesta quinta-feira (26/2), a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pedido é referente ao período de 1º de janeiro de 2022 a 31 de janeiro de 2026.
Ministros do alto escalão do governo avaliam que o presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana, articulou um “golpe” ao conduzir a aprovação da quebra do sigilo bancário de Fábio Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula.
Em votação marcada por tensão e troca de acusações, a comissão aprovou nesta quinta-feira (26/2) a medida que autoriza o acesso às informações bancárias do empresário. Auxiliares do Palácio do Planalto afirmam que o presidente da comissão optou por não contar os votos para dar um “golpe”, já que, em tese, o governo detém maioria no colegiado.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), saiu em defesa, nesta quinta-feira (26/2), da atuação do ministro do STF Dias Toffoli no caso Master.
Em entrevista ao Metrópoles, Motta afirmou que houve um “exagero de parte da mídia e no geral” em relação ao papel que Toffoli cumpriu na relatoria do tema.
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