O correspondente em Nova York Felipe Santana explica, em conversa com Guga Chacra e Marcelo Lins, como a Inteligência Artificial está transformando de forma profunda a dinâmica da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel, Irã e outros países da região.
Felipe detalha como a IA passou a ser usada para processar rapidamente enormes volumes de dados de espionagem, de grampos de áudio a imagens de drones, e como isso levou o Departamento de Estado americano a buscar modelos avançados desenvolvidos no Vale do Silício. Ele também comenta a controvérsia envolvendo a Anthropic e seu modelo de linguagem, que teria tido acesso a documentos secretos e acabou gerando um impasse com o governo dos EUA sobre o uso militar de IA.
O correspondente descreve ainda a estreia dos novos drones americanos de baixo custo, conhecidos como L.U.C.A.S, capazes de voar em enxames e se reorganizarem automaticamente quando um deles é abatido. Esses drones, criados a partir de engenharia reversa de modelos iranianos, estão sendo usados para confundir sistemas de defesa e abrir corredores estratégicos. Felipe compara essa nova tecnologia com o desenvolvimento acelerado da China, que pretende operar um milhão de drones semelhantes até o fim de 2026.
Ao final, Marcelo Lins destaca que essa transformação tecnológica também abre espaço para erros graves, citando investigações sobre um ataque a uma escola no sul do Irã que matou mais de 160 pessoas. A conversa aponta para um futuro em que o uso militar da inteligência artificial deve gerar novos debates éticos, legais e geopolíticos.
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