O crescimento desordenado das cidades brasileiras tem empurrado a população para áreas de perigo iminente. Um levantamento inédito do MapBiomas revelou que a urbanização em regiões de alta declividade — encostas com mais de 30% de inclinação e alto risco de deslizamentos — cresceu mais de três vezes nas últimas quatro décadas. O avanço nessas zonas críticas superou o próprio ritmo de expansão urbana geral do país. Os dados mostram que a área de risco saltou de 14 mil hectares em 1985 para 43,4 mil hectares em 2024, com a esmagadora maioria concentrada na Mata Atlântica. O estado de Minas Gerais lidera o ranking, tendo Juiz de Fora como a terceira cidade mais crítica do país. Para entender os fatores históricos, sociais e econômicos que explicam por que as pessoas continuam construindo nessas encostas perigosas, o jornalismo da Record News entrevista Julio Pedrassoli, um dos coordenadores do mapeamento de áreas urbanizadas do MapBiomas.
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