A CPMI do INSS aprovou a quebra do sigilo fiscal e bancário de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e filho do presidente Lula. De acordo com investigações da Polícia Federal, o nome dele teria sido citado pelo chamado ‘Careca do INSS’. Após a aprovação dos requerimentos, parlamentares da base foram para cima da mesa da presidência e começou uma confusão generalizada, com gritos, xingamentos e agressão física.
A reunião tinha como pauta 87 requerimentos, entre pedidos de sigilo e novas convocação a serem ouvidas na CPMI. A oposição queria votar individualmente, já a base do governo conseguiu maioria e aprovou que fosse votado em bloco, ou seja, todos de uma vez.
Na hora da votação, o presidente da Comissão Parlamentar Mista do INSS, o senador Carlos Viana (Podemos – Minas Gerais), declarou que apenas sete parlamentares votaram contra a aprovação desses requerimentos. Os parlamentares da base se levantaram, foram até a mesa e se iniciou uma confusão. Eles disseram que a contagem estava errada e que tinham 14 parlamentares votando contra os requerimentos.
Na volta do intervalo, os parlamentes do PT pediram a anulação da votação e recontagem. Carlos Viana negou e afirmou que estava tudo certo. Representantes do PT foram até a residência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e também pediram a anulação da votação.
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