Marcelo Lins explica como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou a pressão militar sobre o Irã ao enviar uma extensa armada para a região do Golfo Pérsico. Pelo menos três navios de combate já estão posicionados no Bahrein, enquanto dois contra-torpedeiros norte‑americanos reforçam o Estreito de Hormuz, uma das rotas de petróleo mais estratégicas do planeta.
A movimentação inclui ainda o porta-aviões USS Abraham Lincoln, acompanhado de sua frota de apoio no Mar Arábico, além de navios instalados no Golfo de Omã, no Mar Mediterrâneo e até um lançador de mísseis no Mar Vermelho. Outro gigante militar, o porta-aviões USS Gerald Ford — o maior do mundo, atravessou o Atlântico após deixar a costa da Venezuela e foi avistado no estreito de Gibraltar, seguindo em direção ao Mediterrâneo.
Do outro lado, o Irã se fortalece militarmente. Imagens de satélite mostram a reconstrução da base de mísseis de Shiraz, no sul do país, e a recuperação das entradas dos túneis que dão acesso ao complexo nuclear de Isfahan.
Mesmo sob sanções internacionais e pressão interna após protestos reprimidos com violência, Teerã ainda conta com aliados armados na região, como grupos xiitas no Iraque, os Houthis no Iêmen, o Hezbollah no Líbano e o enfraquecido Hamas na Faixa de Gaza.
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