Marita Graça e Guga Chacra conversam com o pesquisador João Gabriel de Lima, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, sobre o avanço da direita e da extrema direita em Portugal e o resultado da mais recente eleição presidencial.
Na entrevista, o pesquisador analisa a derrota expressiva de André Ventura, líder do partido Chega, e afirma que o resultado foi impulsionado principalmente pela rejeição ao discurso radical adotado durante a campanha. Segundo ele, a eleição acabou sendo interpretada pela maioria dos portugueses não como um embate entre esquerda e direita, mas entre moderação e extremismo — cenário que favoreceu a vitória de António Seguro, visto como um nome moderado e capaz de dialogar com diferentes campos políticos.
João Gabriel de Lima explica ainda a divisão do sistema político português em três polos — esquerda, direita e ultradireita — e destaca como lideranças tradicionais da direita se posicionaram contra Ventura no segundo turno. O pesquisador também contextualiza o papel de Seguro na história recente de Portugal, lembrando sua atuação durante o período de ajuste fiscal após a crise econômica, quando optou por uma postura de responsabilidade institucional.
Na reta final da conversa, o debate se amplia para o cenário europeu. O entrevistado avalia o significado da vitória de um socialista em Portugal em um momento de enfraquecimento da esquerda em vários países da Europa, ressaltando o peso político do país no contexto da União Europeia e a tradição portuguesa de ocupar cargos de destaque em organismos internacionais.
Assista à entrevista completa no canal.
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