Um pedido de delação premiada no âmbito da investigação que apura um esquema de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, corrupção e fraudes no mercado de combustíveis no país feito pelos empresários Mohamad Hussein Mourad, conhecido como “Primo”, e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, principais alvos da Operação Carbono Oculto, está parado na Procuradoria-Geral da República (PGR). Os dois estão foragidos.
O blog da Andréia Sadi apurou que o processo está na PGR desde outubro do ano passado.
Ainda de acordo com a apuração, o material apresentado às autoridades inclui documentos, mensagens de celular, gravações e comprovantes de pagamento que confirmariam uma propina de mais de R$ 400 milhões a autoridades e políticos entre 2022 e 2024.
Os pagamentos seriam para evitar a cassação de licenças do grupo empresarial, obter vantagens tributárias e ter acesso privilegiado à Agência Nacional de Petróleo (ANP).
Entenda o caso e veja a análise dos comentaristas do Estúdio i.
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