Abandonada há 9 meses, a obra da pista atlética da Vila Olímpica Mário Covas, na zona oeste de São Paulo, vai custar cerca de R$ 11,7 milhões a mais aos cofres públicos do estado paulista.
A obra foi licitada, em agosto de 2022, ainda sob gestão do ex-governador Rodrigo Garcia, por R$ 40,3 milhões. Além da pista de atletismo, o projeto ainda contempla arquibancadas e vestiários. A Recoma, empresa que venceu a licitação, afirma que 80% da construção foi concluída.
Nos três anos seguintes, sob a gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), a construtora pediu três aditamentos, que dilataram o preço e o prazo de conclusão da pista olímpica. Em janeiro de 2025, a empresa protocolou o pedido de um quarto termo aditivo, recusado pela Secretaria Estadual de Esportes de São Paulo (Sesp), que rescindiu o contrato com a Recoma.
Um novo convênio, de R$ 24,7 milhões, foi publicado em novembro de 2025 para a “execução do remanescente da obra”, cuja contratada só deve ser definida por meio de nova licitação.
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