A Justiça de São Paulo decidiu manter a prisão da delegada Layla Ayub sob suspeita de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC). Menos de um mês após assumir seu cargo na Polícia Civil paulista, ela foi detida por atuar como advogada em defesa dos interesses da facção criminosa no Pará. As investigações indicam que Layla tinha acesso a informações confidenciais e as utilizou para favorecer o grupo criminoso.
Laila Ayub foi presa juntamente com Jardel da Cruz, conhecido como MC Dedel e apontado pelo Ministério Público como uma das lideranças do PCC no norte do Brasil desde 2020. O casal estava hospedado em uma pensão na zona oeste da capital paulista quando foram capturados. Eles são investigados pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro.
As autoridades acreditam que os dois adquiriram uma padaria na zona leste para lavar recursos provenientes do tráfico. Como delegada, Layla possuía acesso privilegiado a inquéritos detalhados e bancos de dados sigilosos da polícia. Os promotores afirmam que ela usou essas informações em benefício do PCC.
O caso veio à tona depois que Layla defendeu membros da organização durante audiências judiciais mesmo após sua posse oficial como delegada. Além disso, levou Jardel à cerimônia realizada na sede governamental. A defesa do casal não foi localizada até o momento para comentar as acusações enfrentadas por eles.
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