O número de mortos nos protestos generalizados no Irã passou dos 500 neste domingo (11), segundo um grupo de ativistas que monitora a situação no país. Enquanto ONGs denunciam um “massacre” contra os manifestantes, a polícia do regime Khamenei disse que “escalou” sua resposta os protestos.
O grupo de direitos humanos HRANA, com sede nos EUA, afirmou que o número de mortos subiu para 538, entre eles 490 manifestantes e 48 policiais. Além disso, mais de 10 mil pessoas teriam sido presas, segundo a organização.
Os protestos eclodiram no final de dezembro em Teerã e foram motivados por uma crise econômica —a moeda do país, o rial, perdeu metade de seu valor frente ao dólar no ano passado e a inflação ultrapassou os 40% em dezembro— no entanto, com o passar dos dias e com a repressão policial, os manifestantes passaram a exigir a renúncia de Khamenei.
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