Turistas relatam preços exorbitantes cobrados por comerciantes em praias populares do Brasil. Em Porto de Galinhas e Florianópolis, valores elevados para itens básicos, como guarda-sóis a R$200 e porções de peixe a R$450, têm sido comuns.

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Essas práticas afetaram tanto turistas quanto moradores locais. Consumidores relatam coerção para compra de itens caros devido à falta de opções nos cardápios. Um turista indignado mencionou: “Pagar 40 reais num pastel na praia é um absurdo”. Outro visitante se queixou que, apesar de querer itens mais baratos, era pressionado a adquirir pratos mais caros.

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O descontentamento é generalizado e questiona-se a atuação das autoridades na fiscalização de tais abusos. O Código de Defesa do Consumidor permite denunciar cobranças indevidas ao Procon ou prefeituras.

Mesmo com a crise em várias localidades, ainda há locais com preços justos. Na Paraíba, clientes elogiam pratos acessíveis sem taxas por cadeiras na praia.

A recomendação é buscar informações antes da compra e denunciar práticas irregulares para uma experiência tranquila à beira-mar.

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Renan Yan Editor Chefe
Observador atento do que move o mundo, Renan Yan acompanha de perto os principais fatos do Brasil e do mundo. Com olhar crítico e interesse por política, notícias policiais, economia, esportes e tecnologia, busca sempre estar por dentro dos acontecimentos que realmente importam. Informar, refletir e debater são parte do seu dia a dia.
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